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Do artigo:
"Para perceber e explicar melhor as reais razões e motivos que provocaram a subida dos juros da dívida pública no início deste ano, o esquerda.net foi ouvir seis destacados economistas portugueses: Eugénia Pires, Francisco Louçã, João Rodrigues, José Castro Caldas, Mariana Mortágua e Ricardo Paes Mamede.

Um ponto parece claro para todos. Não há uma razão só que explique a recente tendência dos juros da dívida portuguesa."
Mas responde um insuspeito investigador do CES :
"No mesmo sentido de Pires vai a opinião de Castro Caldas, que identifica os “montantes muito superiores do stock da dívida e taxas de crescimento muito inferiores em Portugal” como razões explicativas dos juros mais baixos do país vizinho e do tigre celta."
Mais confuso? Bom vamos rever : 1o. Dizem todos "nao há nada que justifique pagarmos um prémio que é o triplo do que paga Espanha ou a Irlanda"
2o. Depois dizem pelo menos 2 : há ....temos uma dívida muito alta ...e não crescemos.
Pergunta o leitor desesperado por entender as contradições : então há ou não há justificações.? Estar altamente endividado e um PIB que cresce a 1.2% ( uma taxa de crescimento que e' 30% do júri que pagamos !!!) não são razões que justifiquem, para os economistas ouvidos, o credor pedir um prémio maior pelo risco.
Só pode ser o Papa Francisco que falou com o representante da "Mão Invisível" para nos tramar a vida. Porque repito o que foi escrito " não há nada que justifique isto ( embora pelo meio digam todos várias razões qualquer delas de peso , para que isso aconteça.
Continua sem perceber? Então é porque é burro. Nao, não são eles que o estão a fazer de burro. É mesmo burro porque o que eles dizem mete-se pelos olhos dentro.