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Estamos todos felizes com certeza e este texto refere o que temos defendido, no entanto contradiz a abstenção do BE à proposta do PEN de revogação do referido decreto lei arcaico e de revogação dos contratos, evocando um vazio da lei que não existirá se forem revogados os contratos e se for interditada a actividade em Portugal. E o que aconteceu às propostas aprovadas em Julho? Entre elas propostas de avaliação de vários impactos e riscos? E se todos os partidos do governo já propuseram a suspensão e avaliação dos contratos porque não acordam nas propostas? E as avaliações só serão necessárias enquanto for permitida a actividade. E de qlq modo como podem melhorar a segurança e avaliações ambientais enquanto a lei e o POEM permitir a actividade? Se a própria actividade é oposta à protecção ambiental e por isso é proibida em zonas protegidas. Tornem pois todas as regiões proibidas a esta actividade. A permissividade da lei compromete as avaliações como vimos na ausencia de resposta à consulta publica do TUPEM da Galp/ Eni e no parecer fora do prazo do ICNF que apesar de listar riscos insuportáveis não se opõe mas limita-se a pedir contingência. E se querem reforçar a consulta publica façam valer as 40.000 oposições ao TUPEM da Galp/ Eni. E se temem indeminizações pedimos oposição total à renovação do contrato da Galp/ Eni sobretudo quando evocam culpa parcial também do executivo. Que seja a concessionária a evocar o que achar por direito mas que seja terminado o contrato. Atentamente. Rosalia