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Argumentam:

" (...) não valoriza “relações de poder com base em relações de sangue e não em actos democráticos”."

No entanto, desfazem-se em louvores ao Fidel que foi substituído pelo irmão. Em que é que ficamos?

Sou de Esquerda, o facto de não terem batido palmas, a mim, não me faz particular confusão, mas a vossa argumentação é incoerente. O PCP acabou por ter a postura mais sensata.