You are here

Add new comment

Em princípio concordo com a opinião de Chomsky porque, como já comentei, há um ciclo regular entre a paz e a guerra, o qual, parece, está determinado pela circunstância relativa do existir do universo com a sua própria perenidade. Conhecimento? Saber? Cultura? Línguas? Tecnologias? Ciências? Tudo o que brota tem de fenecer e dissolver-se ou substituir-se. Nada de novo a acrescentar ao que o pré-socrático Heraclito concluiu há 26 séculos: «não se pode passar duas vezes o mesmo rio». Então, que fazer? Porque não amar-se o outro como elucidado no axioma kantiano de «que qualquer ação baseada no interesse próprio nunca podia ser virtuosa» e de forma tão extraordinariamente posto em prática pelo Herói farmacêutico Doutor João Almiro, Campo de Besteiros, Viseu?