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É com grande contentamento que recebo esta notícia e que traduz a mais elementar justiça.
Desde 1979, como delegada sindical da função pública, sempre existiu a luta pela integração dos, então chamados, tarefeiros. Chegaram a estar, 10, 12 e mais anos, a desempenhar funções de carácter permanente e sujeição às hierarquias, em tudo igual aos restantes colegas, excepto quanto ao vínculo e chegando a estar 3, 4 e até 6 meses sem receber qualquer remuneração .
Eram contratos de prestação de serviços para os quais era preciso muita imaginação para arranjar conteúdos que não se repetissem, anos a fio, e para várias pessoas. Havia funções completamente dependentes destes tarefeiros. Eram jovens com mais desenvoltura informática, que ao fim de anos de trabalho que serviu para os chefes "fazerem flores" em público, foram dispensados