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A democracia, depressa se tornou numa pseudodemocracia, seria esta a palavra mais adequada para descrever aquela que alguém teve a lata de inventar, a tal dita democracia, que seria para bem de todos, em que os povos teriam uma palavra importante a dizer na vida política dos países, escolher os seus destinos e o bem-estar de todos, minimamente dignos, e que houvesse equilíbrios na balança da justiça. Mas, depressa de desvaneceu, e a democracia está a ficar perigosa, abriu portas aos ditadores novamente, a mesma democracia que os combateu, agora está moribunda e como não pode com eles, parece estar a juntar-se a eles. É triste, mas é uma realidade que se vê cada vez mais no mundo, e estamos a caminhar para um abismo perigosíssimo. Quando os republicanos e as esquerdas se tornam mais fascistas que os fascistas e quando os fascistas democratas perdem a credibilidade; estamos entregues à bicharada, e lá está; o povo que é o mexilhão é que paga e sofre; mas eles, os que deviam governar em prol do povo, esses estão se marimbando com o nosso mal, porque não é nada com eles, porque eles estão sempre bem. Estou com um pressentimento angustiante, de medo, como se já estivéssemos em plena e nova guerra mundial, e penso que não me engano se disser que ela vai estourar a qualquer momento, e isto não é futurologia, penso que já é um facto, aliás, muitos já disseram que ela já começou. A democracia amordaçou novamente as pessoas, que se iludiram com os políticos que tudo prometiam, a boa-nova, a esperança, a felicidade para todos vinha aí, os novos tempos de glória e prosperidade; isto em parte foi verdade, mais uma vez, para eles, mas o povo ainda continua à espera das grandes mudanças para o bem de todos, mas as mudanças estão a ser contra nós outra vez.