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O corpo humano é constituído por células, as saudáveis e as propensas a adulterarem-se. Destas surgem as cancerosas. E trava-se uma luta decisiva entre ambas. Pode eventualmente acontecer uma vitória das saudáveis ou pelo contrário vencerem as cancerosas. Ou ainda persistir um equilibrio que evita o desenvolvimento das cancerosas. Afinal tudo está previsto na composição genética inerente a cada humano. Quando as cancerosas são detetadas a medicina colabora com as saudáveis na batalha contra a sua maliciosidade. Quer pela via química quer pela cirúrgica. Os resultados são públicos. Logo, se tudo o que há na natureza são coisas dela, por ela concebidas e criadas, então entre os humanos reproduz-se essa predisposição para um desejável equilibrio entre as saudáveis e as maliciosas. Tal como nas árvores os insetos as corroem e na pedra algo semelhante acontece. No próprio ambiente se verifica a mistura de gases entre os saudáveis, oxigénio, e o malicioso, o anidrido carbónico. Ou seja, tudo contribuiu para que nada seja eterno... Talvez aqui haja semelhança com as atitudes perversas de alguns humanos na busca da dominação, vaidade, acumulação de poder e bens que jamais levará consigo quando o seu tempo se esgotar. Maldição? Bênção? Nem uma coisa nem outra. É assim.