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RIgorosamente uma medida para encher pilins e trocos sem qqr auxilio directo às clases mais baixas. Quanto à fasquia de 1 milhão apartir do qual será executado calculo de IMI, considero-la muito ineficaz, e basta contratar-se um mero estudante de Matemática do 1º ano, para calcular a tangente à função f(X)=(valor imobiliário /nº de cidadãos), e determinar-se-ia que o ponto de inflexão - que apartir do qual se pode determinar a classe acima da classe média - certamente se situa mais
à esquerda no eixo XX. Quanto `à fiscalização, desconheço se efectivamente, abarcará o valor de 200 milhões já que havemos de saber se repetir-se-á a fuga ao IMI2 por desvalorização imobiliária forçada a pedido do proprietário. Já vimos o comportamento humano em simples casos como episodios de carta de condução corrompidas, porque não aconteceria o mesmo em valores astronomicos? Sériamente deve-se repensar em dupla avaliação total imobiliaria caso uma 1º avaliação ascender um valor "considerado suspeito" num limite contiguo razoavel de 100.000 por ex.. (900.000 x Variavel2=montantebancário/desc.seg.social/etc..)