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Confesso a minha islamofobia, não vejo porque se deverá temer e violentamente criticar cristãos fundamentalistas e fazer uma excepção quanto ao islão pois que considero não haver islão moderado mas apenas islão (tacitamente?) menos extremista. Sei que em alguns países islâmicos existe alguma tolerância em relação a valores modernos mas é sempre "tolerância". Considero que uma grande (enorme) percentagem de muçulmanos são incapazes de aceitação de outros fora da sua comunidade a única que consideram merecedora da qualidade de humanos realmente decentes. Correndo o risco de ser associado a movimentos de extrema direita, apesar de votante np BE acrescento que o enorme número de refugiados comporta um igualmente enorme número de oportunistas e manipuladores dos valores humanistas que por sinal muitos desprezam. Compreendo que a miséria toda do mundo sinta o apelo daquilo que imaginam ser as vantagens europeias mas considero também que a permanência permanente seja a importação de uma hidra de problemas futuros. A especificidade cultural destas pessoas impede-as de ser aceites pelas populações e impede-as de integração. Não sendo verdade para muitos é verdade para uma imensa maioria. A aceitação do outro não comporta a aceitação dos que por sua vez não partilham o mesmo valor. O islão, a meu ver e apenas baseado numa observação (aceito) superficial, está demasiado próximo do fascismo. Seja como for veria com muita inquietação o acolhimento PERMANENTE de um nº importante de muçulmanos.

" Porque se constato breves e individuais frases de condenação de representantes da comunidade muçulmana, não vejo grandes e entusiastas manifestações de massa como sabemos ser capaz esta comunidade quando um cartoonista faz uma caricatura do profeta ou um bulldozer israelita destrói uma casa palestiniana. A vida de um ser humano tem menos valor quando fazem parte de uma ou outra religião? O desprezo repetido pela a própria vida suscita menos paixão que a blasfémia? "

http://www.levif.be/actualite/belgique/il-appartient-a-la-communaute-mus...

Faço lembrar a recente manifestação, no Paquistão, contra a mudança da lei naquele país que pretende aligeirar as penas contra quem "ofenda" o islão. Se houve alguma contra o atentado que na Páscoa matou mais de uma centena de cristão, na maioria mulheres e crianças ou não existiu ou os media ocidentais querem fazer passar ideia de que o articulista, de que deixo um excerto, tem razão ao dizer que a comunidade muçulmana só se sente convocada quando o profeta é ofendido mas que sente alguma compreensão (ou considera que os caminhos de alá são insondáveis) quando um bombista suicida se faz explodir mais a promessa de 72 virgens esperando pelos mártires para uma eterna e celestial orgia que os compense de anos de frustração sexual.
Se no " Líbano, um em cada cinco habitantes é um refugiado sírio e na Jordânia os refugiados sírios constituem 10 por cento da população, e a quarta maior 'cidade' é um “campo de refugiados” porque não mandam os biliões para esses países em vez de os botar nas garras do Erdogan? Para ele providenciar uma piscina para cada um dos 100 quartos do seu recém construído palácio?