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Concordo plenamente e faço minhas as palavras da Luísa Reis, sem retirar sequer uma vírgula. Sou um transexual diagnosticado. Em Portugal há pessoas que falam pelos transexuais, sem que nós transexuais lhes tivessemos dado essa permissão, pessoas essas sem ter qualquer diagnóstico que comprove que verdadeiramente o são, e não sendo, não têm o direito nem a legitimidade para falar em seu nome. Eu não me revejo em absolutamente nada daquilo que esses ditos ativistas defendem e pretendem e exigem. Portanto está na hora de tratar esta matéria de forma séria e permitir que os transexuais falem por si próprios através da única Associação que é verdadeiramente composta por transexuais diagnosticados e que verdadeiramente o são, a JANO. Chega de tratar este assunto com a leviandade que há anos os vários Governos têm tratado. Os transexuais não tên no SNS aquilo que deveriam ter, ou seja, cirurgias de reatribuição sexual efetuadas por médicos competentes e com provas dadas. Há anos que não existem cirurgias, portanto há anos que os transexuais diagnosticados são tratados de forma desigual, como cidadãos de segunda, como se nem sequer existissem. Os transexuais diagnosticados deveriam todos processar o estado Português e exigir dele aquilo que lhes é devido. Se não existem condições no SNS então caberia ao estado Português (se fosse uma pessoa de bem) garantir a todos os transexuais diagnosticados as cirurgias de reatribuição sexual que por sua responsabilidade não está, e repito, há anos a garantir no SNS. Menos que isto é nada. Eu também contribui para que fosse possível esta geringonça, portanto façam a vossa parte, e tratem desta matéria com a seriedade que ela merece e falem com as pessoas que verdadeiramente são transexuais. Ponto.