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O texto diz: «Perante este procedimentos, a Provedoria solicita ao IEFP que, “através de canais fiáveis, dê conhecimento aos visados da anulação da inscrição e do seu fundamento, através de uma audiência prévia facultando-lhes, deste modo, a possibilidade de impugnar a decisão e nos casos em que houver reinscrição não haja lugar à aplicação de sanções”.»
Mas mesmo esta medida é desnecessária e injusta, pois obriga o desempregado a deslocar-se (e pagar as deslocações) e a uma nova humilhação. Quando é fácil ao Estado saber se um desempregado arranjou emprego, verificando se ele passou a descontar para a Segurança Social.
É certo que o número de desempregados assim obtido poderia ficar inflacionado, por não ter em conta as pessoas que emigraram. Mas, por um lado, essas pessoas emigram, em geral, só por não encontrarem emprego em Portugal e, por outro, deve poder encontrar-se um processo de o Estado saber quem emigrou e, portanto deixou de ser "desempregado em Portugal" (embora até possa continuar desempregado noutro país ou ter apenas um emprego precário).