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De certo existem que pelo país existem práticas de violência e humilhação que usam o nome de praxe como desculpa, mas generalizar estes comportamentos como sendo próprios da praxe é erróneo. Tão errado como dizer que os pretos são todos ladrões porque se viu dois ou três a assaltar uma loja, que os policias são racistas porque mataram o preto e o branco não, que as mulheres só servem para limpar a cozinha porque uma quis ser dona de casa e que os homens são todos uns bêbados porque o marido daquela senhora sai à noite.

Proibir a praxe é um erro ainda maior. O que acredito que dever ser feito é uma sensibilização ao que é crime. As universidades devem também não só aceitar que se faça a praxe mas ainda integrá-la para que a possam facilmente regulamentar e controlar.

A proibição não só não acaba com a praxe como a torna clandestina fazendo ainda mais difícil a penalização daqueles que abusam. É já observável a diferença das praxes nas universidades que as proíbem e nas universidades que as permitem, sendo as primeiras as principais geradoras de casos ilícitos.

Para terminar parece-me contra o direito do povo acabar totalmente com um grupo de pessoas por causa de alguém que faz asneiras em vez de penalizar os infractores. Ou o senhor também da opinião que se devem matar todos os muçulmanos por causa da ISIS?