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Do meu ponto de vista o problema, não está nos exames está na política do ensino. Comparar o meu tempo tenho 60 anos, com o tempo de hoje, ou é ignorância ou má fé, e os políticos tendem a comparar o incontrariável. A qualidade do ensino em Portugal se fosse de qualidade os exames nunca eram discutidos, ou seja se os alunos, e tendo a concordar com a Catarina forem felizes a aprendizagem seria mais fácil, como pode alguém ser feliz se em casa (casa é de aluno e professor) não é feliz? A felicidade não é um objeto, que se compra, e neste caso se retirar os exames o aluno é mais feliz? penso que não. Mas o aluno só vai ser feliz no dia que o Pai não discutir com a mãe, porque não ten dinheiro, para satisfazer a necessidades do lar, e no dia que possam estar todos a mesa para em família ter uma refeição juntos, e sabemos que hoje em muitos lares, as refeições são a vez, muitas vezes até um de cada vez, que felicidade pode uma criança ter? Voltando a escola estas famílias são também os professore, que não conhece casais que estão a dar aulas a km de distancia um do outro, e fala a Catarina de felicidade. A felicidade na escola é uma conquista social, e política, mas os políticos, para ter o povo contente, (submisso) a escola nos últimos 40 anos tem políticas para todo o gosto, quantos ministros quantas políticas? mudança curricular a meio do ano, de ano para ano. Como pode alguém se feliz Catarina, numa escola onde todos mandem e minguem obedece, onde a lei e a ordem é a gosto de leis de interpretações difíceis. (Duvidosas) Como pode alguém entrar no ensino superior, com notas negativas? Eu acho que no dia que a escola, (ensino) for credível, tiver dignidade os exames são um falso problema. Mas nesse dia os políticos deixam de ter arremesso políticos ora esse dia nunca vai chegar, para mal dos meus netos. Os interesse políticos no ensino, são superiores, ao interesse de ter um ensino, digno serio, com mérito para quem estuda e (castigo) para que não estuda. E os exame podem ser uma forma, ou outra.