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O problema está em confundir as coisas, que é norma na esquerda portuguesa. O que está em questão não é o ser feliz ou não. O que está em questão é: as crianças e mais tarde os adultos serem avaliadas.
Primeiro o aprender e o ser avaliado não tem de forma nenhuma de ser uma pressão, é sim um teste como todos os outros que as crianças fazem durante o ano lectivo, se não qualquer dia, estamos a dizer que também não podem fazer testes.
Os exames nacionais tem como objectivo avaliar a aprendizagem dos alunos a nível nacional, porque mais tarde vão todos concorrer em igualdade de circunstancias para os mesmos lugares nas Universidades.
É preciso saber se os alunos estão a aprender bem e se os professores estão a ensinar bem. Até para avaliar os programas curriculares que estão em vigor, se as notas forem se uma forma generalizada baixas algo está mal no ensino.
A pressão faz parte da vida, e a avaliação também. Se o referido cirurgião perante um qualquer imprevisto estiver sobre pressão, abandona a operação? O doente morre e justifica com o ser feliz e não poder estar sobre pressão?