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A maioria destes comentários confunde a exigência que se deve ter com os alunos do secundário e superior com os alunos do ensino básico, para os quais se eliminam os respectivos exames.
Não tenho dúvidas de que o esforço do ministério, das escolas, dos professores e dos pais deve ser canalizado para o desenvolvimento das crianças em harmonia com a escola e não a fugir dela. A apreensão de conhecimentos deve ser feita com prazer e não em contrariedade.
A avaliação no ensino básico deve ser feita de uma forma global numa escola aberta, onde os pais e os professores com a colaboração da comunidade onde se insere, define os métodos e os programas pedagógicos para a aquisição dos conhecimentos definidos como objectivos para os alunos do ensino básico.
Todos nós quando precisamos de um médico queremos ter a certeza que o senhor de bata branca tem feitos todos os exames que lhe dão autoridade para exercer medicina, mas normalmente no contacto que temos com eles conseguimos ver de que maneira atravessaram o seu ensino básico não tendo dúvidas de que em relação às notas eles eram bons.
A propósito, a maior parte dos médicos, engenheiros e dos outros profissionais hoje em actividade e os que são elogiados lá fora, não fizeram exames no ensino básico.