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Mário Tomé
Sou social-democrata (matriz nórdica) e monárquico convicto desde trinta e cinco anos atrás, até à actualidade, e assim me manterei. Sou também militante desde bons anos atrás do PSD, que não é social-democrata, e que acho que as vozes do BE dizem de forma branda ser neoliberal, quando em muitas matérias me parecem ser pior: ultra-liberais. Estranhamente, ou talvez não, o ridículo é tanto, que muitos elementos do PSD, a começar pelo seu dirigente máximo, Passos Coelho, se auto-proclamam de direita, que serão, mas o que na verdade nada tem que ver com a social-democracia.
Talvez estranhe, mas nestas legislativas votei BE, e segundo o que foi veiculado pela comunicação social, não terei sido o único eleitor da área da PàF a fazer opção idêntica.
Quanto à atitude dos dirigentes europeus face à vitória do Syriza, foi absolutamente neo-nazi (apesar de entre eles se incluirem socialistas e social-democratas) não aceitando o jogo democrático, remetendo para o novo poder grego, o ónus da responsabilidade daquilo que durante décadas não questionaram aos dois partidos tradicionais gregos que se foram alternando no poder, com lógicas de alta corrupção e de grandes interesses, incluindo com países como a Alemanha.
E é isto que já vão dando nota de querer fazer com Portugal, caso o BE e o PCP façam parte de uma solução de governo.
Infelizmente não há melhor.
Cumprimentos,
Paulo Figueiredo