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Olá Joana.
Com mais um pouco de tempo, deixo aqui uma breve nota sobre o teu artigo de opinião, embora sobre algo lateral, mas que me preocupa.
Falo da tua referência a Luis Montenegro, líder parlamentar do meu partido, o PSD.
Este, como outros líderes parlamentares, designadamente do CDS/PP (Nuno Magalhães) e o anterior do PS (fase António José Seguro), Carlos Zorrinho, são por mera coincidência (disse mera coincidência?...), maçons. A promiscuidade entre as maçonarias e a política, entre outras áreas, tem como reflexo o exercício de poderes subterrâneos, não democráticos. É muito vulgar, quando rebentam alguns dos maiores escândalos, estarem envolvidos maçons, por vezes até de entidades em que devia existir o máximo rigor, uma grande assertividade e imparcialidade (por exemplo Jorge Silva Carvalho do SIS está a ser julgado).
Devo dizer que por falar como falo, escrever como escrevo, vários maçons me têm tentado "capturar" para as suas fileiras, e em várias das situações, era claro que tipo de vantagens teria se aderisse. A todos disse NÃO! E continuarei a dizer, caso se venha a colocar novamente a situação. As minhas opções não se fazem em função dos meus interesses particulares.
Por outro lado temos por exemplo o Clube de Bilderberg, cujo único representante português é Francisco Pinto Balsemão, desde 1988, fundador do meu partido.
Não gosto de organizações secretas ou para-secretas, nem do tipo de gente que as serve.
Mas, Joana, podes querer que têm muita influência, e não só em Portugal, sendo necessário fazer-lhes frente.
Gosto muito de ser aberto, transparente, frontal, verdadeiro. Não poderia pois fazer parte daquelas.
Com afecto, carinho e admiração, de
Paulo Figueiredo (social-democrata e monárquico)