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Cada vez que os jotinhas decidem abrir a boca, os meus olhos rebolam quase automaticamente. As jotas, e particularmente as associadas aos partidos de direita, são uma verdadeira linha de montagem de inúteis. São basicamente uma lista de espera onde os boys se colocam e, com base na sua capacidade lingual em operar ânus e botas, vão subindo ou descendo na hierarquia. Nada que provenha dessa fonte deve ser considerado relevante. Alias, urge-se usar estas declarações como contra exemplos ou uma espécie de anti bússola moral. Quem são os jotinhas então?
Do que vi nos meus tempos académicos, o típico jotinha é aquele tipo que anda há demasiado tempo no curso. É literalmente demasiado estúpido para o terminar mas provem de um meio onde o titulo de Dr. é obrigatório, e como tal a desistência não e opção. Como a mãe do jotinha nao pode andar a dizer "o meu Tomás esta a estudar para Dr." para sempre no cabeleireiro ou nas reuniões semanais do country club, o jotinha e pressionado para fazer qualquer coisa antes que comece a "parecer mal". Como não dispõe da capacidade intelectual ou do espírito de sacrifício para terminar um curso superior, os jotinhas, numa primeira fase, tendem instantaneamente para as associações académicas. E não estou a falar do grupo de estudantes que participa activamente nas reuniões do concelho ou que se intervêm quando os direitos do estudante estão em causa. Estou a referir-me ao bando de imbecis que precisa de todo um ano académico para planear uma semana de Queima das Fitas e que andam pelo campus já com o rei na barriga quando na realidade são o pau pelo qual se mede a inutilidade académica. Mas este status também não é estável pois quando chegam aos 35 (vide Pedro Passos Coelho), começa a "parecer mal" ainda estar na Universidade a acabar o 1o ano do curso. Qual é então o próximo passo lógico? As jotas pois lá está. Tendo em conta o que acabei de descrever, será assim tão surpreendente este tipo de afirmações por parte desta gente? O que é que podemos esperar de um bando que consegue ocupar uma vaga no ensino superior durante duas décadas sem nunca ponderar sequer trabalhar para sustentar as eternas bebedeiras? São pessoas completamente alheadas da realidade, com uma percepção da mesma que faz arrepiar qualquer cidadão que tenha que trabalhar para poder ir ao supermercado. Há que ter isto em conta e ajustar estas declarações no seu verdadeiro contexto.