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Sim, este é um ponto bem importante para a eficácia desta luta. Mas muito mais é preciso, desde o simples contacto directo com a população utente, informativo e de apelo ao apoio, contacto que tem de ser muito maior. Até à reflexão, que de há muito é tabu, sobre formas de greve e de luta que penalizem mais os governos e as administrações e menos a população... E o próprio BE muito tem que mudar na sua fraca intervenção sindical, nomeadamente na luta contra as privatizações... E se se começasse já (um já muito atrasado) a pensar e a agitar, sem diminuir as lutas actuais contra as várias privatizações em curso, as lutas pelas próximas recolectivizações dos principais sectores privatizados?