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julgo que, além da definição do salário mínimo de €600.00 mensais, é importante que o Partido, à semelhança da generalidade dos partidos da Internacional socialista, defina (commulativamente ou alternativamente) a orientação co-gestionária, prevalecente na Suécia e na Alemanha, bem commo em muitoas empresas Australianas e Neo-Zelandesas. A presença de um representante dos trabalhadores no Conselho de Administração e a repartição dos resultados pelo factor trabalho são exigências ideológicas que podem ser appresentas agora em sede de Conselho de Concertação Social. Será tambem, a meu ver a resposta adequada e diffícilmente refutável às confederações patronais para o óbice da imposibilidade de arcar com o aumento de encargos resultantes do estabelecimento immediato de um salário mínimo de €600.00 mensais.
Desta forma o governo demonstraria flexibilidade mas exigiria transparência e responsabilização quer dos representantes das entidades patronais, quer dos prestadores do trabalho.