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Contrariamente ao que o autor e outros pensam dar sangue não é um direito. Direito é o receptor receber sangue com o mínimo de riscos possíveis.
As razões que impossibilitam a dádiva ocasional ou permanentemente são múltiplas e variadas e nunca ninguém se lembrou de clamar pela vitimização de segregação. Podem ir desde viagens a medicamentos ou ter sido transfundido depois de 1980, por exemplo.
Agitar fantasmas leva a confundir as pessoas e a perderem o verdadeiro foco dos problemas.
Toda esta polémica é lamentável.
O recente acordão do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem diz não haver qualquer prática descriminatória nas limitações ás dádivas que serão um critério médico e não sociológico.
Contrariamente ao que o autor parece sugerir ninguém em Portugal morre por falta de unidades de sangue.