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Concordo com a Mariana Mortágua, mas gostaria de acrescentar alguns aspectos.
Não consigo esquecer que o Presidente da República Cavaco Silva, afirmou em tempos que 10.000,00€ por mês mal lhe chegavam para pagar as suas despesas. Inacreditável.
Não consigo esquecer que o Primeiro-Ministro Passos Coelho, afirmou que teve dívidas às Finanças e à Segurança Social, por na altura não ter dinheiro para as pagar.
Não consigo esquecer que a Ministra das Finanças Maria Luís Albuquerque, afirmou que tínhamos os cofre cheios, e a seguir disse que teríamos que cortar 600 milhões nas já muito desvalorizadas pensões.
Não sei se será tudo um problema de bom senso, de sentido humanista, ou de mais qualquer coisa. Só sei que nada disto faz qualquer sentido.
Compramos todos os dias a nossa pobreza aos povos explorados e pobres, sem quaisquer direitos, da China, Índia, Bengladesh, e Madagáscar, entre outros, que produzem nas suas fábricas, parte delas deslocalizadas dos nossos países, sem perceber que quem ganha a fatia de leão, são as grandes marcas e os intermediários, sem que ninguém ouse dizer que o Rei vai nu. E devagar, devagarinho, lá vamos nós escorregando para uma pobreza cada vez maior. Quando dermos por isso, já estaremos muito mais pobres do que eles, já nem teremos energia para reclamar.
Poder-se-á chamar a isto capitalismo selvagem, ou outra coisa qualquer. E nós cada vez mais pobres.
Exceto pessoas como o Presidente da República, o Primeiro-Ministro e a Ministra das Finanças. Estes, quando muito só continuarão pobres de espírito. Cumprimentos.