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Adelino Fortunato aprecia de tal maneira o PCP que justifica a ausência de um partido tipo Syrysa português, pela presença do PCP, e do 'seu' sectarismo, que está seguro nas bases mas não cresce. Por outro lado, mostra também que vive uma outra realidade ao achar que a austeridade e os cortes nos serviços e funções sociais do estado não são suficientemente fortes ou a corrupção em Portugal é ligeira.
Com o mesmo PCP no seu lugar, o BLOCO teve a oportunidade de ser o Syrisa de Portugal quando em 2009 chegou quase aos 10% e 16 deputados, tirando partido do despoletar da crise reforçando a tendência de subida que mantinha desde a sua formação.
Em 2011, em plena crise, austeridade a todo o vapor e o maior ataque aos direitos dos portugueses, o BLOCO consegue perder metade dos deputados, depois de apoiar Manuel Alegre nas presidenciais do mesmo ano. Nestas eleições, nem o PS desceu tanto enquanto a CDU subiu.
Adelino Fortunato, há aqui muito trabalho para fazer. Guarde para as lutas sérias e necessárias com os verdadeiros abjetos deste país, esse rancor que nunca esconde.