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Até hoje, não vi divulgada nenhuma charge do Charlie debochando das personagens mais sagradas do judaísmo.
A estrela no traseiro levantado de Maomé, nu e pingando, poderia ser a de 6 pontas? A imagem do sexo orgiástico entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo teria sido publicada na França, impunemente, se os personagens fossem Javé, Abraão e Moisés?
E que não se compare, por favor, o deboche eventual com algum rabino, ou algum político do mundano Estado de Israel, com aqueles fundadores míticos que, para os judeus devotos do mundo todo, representariam o mais sagrado, tal como Cristo e Maomé para cristãos e muçulmanos. Por que o deboche seletivo, que sempre excluiu o judaísmo, tem sido ignorado? É preciso ainda lembrar do affaire Siné?