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Parabéns, Ana!
Pela força, pelo inconformismo, pela persistência e pelo compromisso com a defesa dos valores mais altos da vida, da justiça, da paz e da igualdade.
Que muitas mulheres e homens, ao lerem também este artigo, sintam que a violência doméstica é um assunto nosso, de todos; e que os gritos, muitas vezes "silenciosos", não podem ser ignorados ou olhados como coisa "dos outros", "que não nos diz respeito". Repito: é assunto nosso, de mulheres, de homens, de educadores, de colegas, de vizinhos, de autoridades, de todos e só assim, os violentíssimos números - 34 femicídios e mais de 13000 participações de violência doméstica apenas em 2014 - poderão diminuir ou desaparecer e deixar de ser este murro no estômago que não nos pode deixar indiferentes.