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Haveria que dizer que mais de 50% da população da Faixa de Gaza tem idade inferior a 15 anos, portanto a possibilidade de atingir crianças é extremamente elevada (o que também prova que essa conversa de Israel estar a eliminar a Palestina é apenas conversa). Haveria que dizer que a Palestina - um povo que nem existia como tal no fim do império Otomano - não aceita o direito de Israel a existir. Haveria que dizer que a coligação de forças árabes que tentou destruir Israel logo após a sua formação foi a génese da impossibilidade de paz. Haveria que dizer que Israel é o único país democrático e ocidentalizado onde eu, como mulher, pude andar à vontade; coisa que me foi negada no Egipto, por exemplo; e isso é por si só um ultraje aos muçulmanos que dominam o Médio Oriente. Haveria que dizer ainda que o Hamas é uma organização terrorista e que até à construção dos muros e maior controlo das fronteiras havia um ataque suicida em solo israelita todas as semanas. Defendo a desocupação dos territórios ocupados e a destruição dos colonatos, mas não me venham com asneiras e preconceitos que são MUITO FÁCEIS de ter com o rabo sentado num dos países mais pacíficos da Europa, onde toda a gente é católica e se não é, no one cares.