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É possível que tenham sido os “Árabes” que atacaram a Palestina em 1948, mas afinal com a ajuda de quem o fizeram? Não terá sido com a dos seus criadores, europeus e o ocidentais, para dividir a África, branquia-la, usurpar o seu legado Histórico, e inventar uma África branca que nunca existiu? A África é una e indivisível aos olhos de todos, que conhecem a sua história e que a respeitam, sabe bem que o território africano ia para além do Egipto, Palestina, Iraque e muito mais.
É preciso duma vez por todas que o mundo saiba a verdade destes falsos Israelitas genocidas, inventados pelos Estados Unidos, Alemanha e Inglaterra, pois de Povos da Herança Hebraica nada têm, apenas foram postos ali para se livrarem de pessoas que ao longo dos séculos só têm criado problemas a humanidade. Oque estão a fazer aos Palestinianos é um genocídio o mesmo que ocorreu em Angola e Kongo Kinshasa, antes de inventarem estes Israelitas e antes de inventarem um holocausto judeu!
É preciso lembrar que ser Judeu não é um grupo étnico, é uma Religião, tal como a Cristã, Católica, Muçulmana e outras. E quem também conhece o passado, sabe que o Cristianismo pertence aos Africanos, eles são os Autores da Filosofia Cristã, usurpada por Roma que inventara depois a Religião Católica.
O Cristianismo é de Autoria dos Povos Hebraicos-Negros de África, família do Rei Salomão, de todos os Faraós do Egipto e dos que habitaram o mundo desde a África, Ásia, Américas e o Mediterrâneo todo.(Itália, Grécia, Espanha, Portugal, etc..), até serem na sua maioria assassinados no genocídio da escravatura e da usurpação das terras e do seu património, por diversos conflitos inventados por Romanos, Cruzados, Árabes, Otomanos etc..). A áfrica e os africanos sempre foram Povos Pacíficos até gente desprovida de humanismo chegarem e ocuparem o seu território!
Para terminar, se este Israel fosse de facto da descendência Hebraica de África, reconheceriam que os Palestinianos são descendentes legítimos de África, do Profeta Maomé, da linhagem de Abraão que nasceu no actual Iraque, da sua relação conjugal com Agar!
Este falso Israel, tem tentado manter a sua falsa identidade, desde os tempos do Êxodo Hebraico, perseguindo os Hebraicos, misturando-se no seu seio, ligando-se com estruturas políticas repressivas, para perseguirem Povos Soberanos donos e legítimos do seu solo, legado que foi amplamente usurpado pelo ocidente e europa. E a culpa disso tudo é o Vaticano o Papa Alexandre VI Rodrigue Borgia (1431-1503) que dividiu o mundo em duas partes, traçando uma linha vertical sobre o mapa mundi, dando as américas aos branqueados espanhóis e a África aos branqueados portugueses, (digo branqueados uma vez que foi feito o branqueamento de peles e está mais que confirmado, em vários escritos),desapropriando de seguida os Povos autóctones Negros ou Mouros, impondo posteriormente Monarquias de Povos já branqueados, aniquilando e perseguindo às monarquias africanas tradicionais, que habitavam nestes solos do Mediterrâneo e que eram partilhados por angolanos, e guineenses, uma vez que eram os grandes reinos de África naquela época, após os seus antepassados Faraós.
É preciso também lembrar que quem diria o Vaticano na conversão à fé Cristã do Imperador Constantino em 313, era um Africano-Negro de nome Miltíades, 32º soberano pontífice depois do apóstolo Pedro, de acordo com as crónicas vaticanas nas quais, já aparece branqueado!
Se não sabem o termo: “Papa - Tata, ou Pai, Ancião, é uma palavra africana na língua Banto”.
O Israel desesperado e anti humano, se alguma vez tivesse sofrido tais brutalidades teria consciência e não o faria a nenhum Povo. O primeiros genocídio contra a humanidade ocorreu em África e está devidamente documentado, e foi de áfrica que o afro americano citou pela primeira vez sobre crimes contra a humanidade ao investigar o que se passava em Angola e Kongo Kinshasa, actos desumanos praticados por europeus e ocidentais, antes de Nuremberga, o segundo genocídio e o terceiro, também estão a decorrer em África em várias frentes, e esta é que é a verdade.
É preciso lembrar ao mundo que os Africanos e citando:
NZeyito Melo “Os Africanos são de todos os homens os primeiros que existiram, e eis as provas que se pode dar disso. Primeiro, como se admite quase unanimemente que estes não vieram de fora, mas que têm as suas raízes na terra deles próprios, não se pode sem injustiça recusar-lhes o título de autóctones; seguidamente, é também provável que os homens que habitam as regiões meridionais saíram os primeiros do seio da terra, porque o calor do sol, após secar a terra húmida, tem-na fecundado para dar a existência aos animais. Assim, se pode afirmar que os lugares mais próximos deste astro foram os primeiros a produzirem seres animados”
Pelo facto mesmo que o primeiro homem foi tirado da gleba africana, esta terra, queira ou não, é sagrada para a humanidade inteira. Os Gregos da Antiguidade não deixara de espalhar esta noção de África como terra de predilecção de Deus:
“Diz-se que os Africanos são também os primeiros que ensinaram a render um culto aos deuses, a oferecer-lhes sacrifícios, a praticar as cerimónias sagradas de homenagem, a realizar finalmente todos os actos religiosos através dos quais os homens têm costume de adorar a divindade. De igual modo, os Africanos são famosos em toda a terra pela sua devoção, e os sacrifícios oferecidos por eles são geralmente considerados como os mais agradáveis aos imortais. Invoca-se à este respeito o testemunho do mais antigo dos poetas, e o mais em crédito entre os Gregos que, na Ilíada, apresenta Júpiter e os outros deuses viajando para a África, afim de participarem ao sacrifício e ao banquete que os Africanos lhes oferecem todos os anos.”
Este Israel dos Estados Unidos, da Alemanha e da Inglaterra, deve portanto e sem delongas, acabar com este genocídio, pois a Natureza tem sido irrepreensível para com certos actos, ao longo da existência da humanidade! A verdade tarda, mas não falha, e, pelo fruto reconheceremos a árvore! Que parem o genocídio de Povos inocentes e Soberanos, que não vos deve nada!
Bibliografia: “Josias Nzeyitu: “O segredo de Deus- Jesus o Africano”; Raúl Altuna: ”Cultura Tradicional Banto”; José Ramos Tinhorão: “Os Negros Em Portugal Uma Presença Silenciosa”;, Adam Hochschild: “O Fantasma do Rei Leopoldo”; Daniel Stulin: “O Clube de Bilderberg”; Daniel Stulin: “ O Instituto Tavistock”.