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Questão muito importante, mas não chega denunciar, é preciso agir. Para que o BE não seja só conversa e as recomendações da última Conferência não fiquem apenas no papel, sugiro que a Mesa Nacional e a CP debatam e procurem que cada Concelhia defina como prioritário e ponha em prática o conhecimento dos trabalhadores que no seu concelho se encontram nessa situação, bem como a carência de pessoal que, apesar disso, exista nos seus serviços públicos e IPSS.
Que procurem formas de obter esses dados, que denunciem a dificuldade de serem conhecidos e trabalhados pelas próprias entidades que o devem fazer e que exijam essa informação.
Que a divulguem aos munícipes, junto com propostas de ocupação desses lugares para colmatar essas carências para melhoria dos serviços públicos, e simultaneamente com a exigência de contratação dos CEI e do retorno às 35h. semanais, como forma de duplo combate ao desemprego...
Que falem com as pessoas que se encontram nessas situações e procurem formas de agir com elas e prestar-lhes apoio...
As denúncias de paleio são quase estéreis, as acções concretas são como as cerejas...