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Miguel,

Já se confirmou que estavam em sessão de praxe? A última coisa que ouvi que associava era que estavam trajados. Agora, que a história está muito mal contada e que há quem não queira que ela seja esclarecida isso é claro. Para infelicidade das famílias e dos amigos.

António,

Conheço o Miguel há uns bons anos apesar de só o conhecer a sério desde que entrámos juntos para engenharia electrotécnica na FEUP em 2005 e juntos "frequentamos" a praxe durante o ano de caloiros e os restantes que se seguiram.

Mas a minha experiência inicial foi diferente da dele. Entrei na faculdade convencida a não ir à praxe porque não estava para ser humilhada. O meu namorado convenceu-me a, pelo menos, experimentar e foi mais para não ter de o aturar que acabei por ir ver como era. Tenho a dizer que a praxe me cativou, fui caloira o resto do ano e, chamemos-lhe doutora, nos anos que se seguiram. Como podes ver, também fui para lá para me divirtir. E, tanto quanto sei, também o Miguel lá estava porque se divirtia.

No entanto, passa o tempo, uma pessoa passa para o lado de ver "como as coisas são feitas" e a aperceber-se da podridão que lá existe. Fui uma das que acabou por sair.

Não sou contra a praxe, não vejo problema nenhum em que exista e até acho saudável, dentro de certos limites obviamente. Mas acho que é uma ilusão demasiado grande alguém pensar que ela pode ser reformada. Existe muita coisa errada na sua forma interna de funcionamento e não há ninguém com sentimento de "reforma" que consiga lá ficar tempo suficiente para criar a mínima das ondas.

Nada desta situação tem directamente a ver com quem é colher. Quanto muito diria que tem mais a ver com quem não é. Agora, a culpa do nosso sentimento nada tem a ver com o colher do nosso ano (por mim falo mas julgo que o Miguel concordará).

João,

1º Conheço muita gente que não comprou o traje, muito mais que os 3 ou 4 que dizes... Aliás, conheço até quem o quisesse comprar e não o fez por motivos económicos.
2º São 200 a entrar não 120...