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Acho que está a faltar nas nossas posições evidenciar com estoiro a ligação directa do negócio da dívida com a razia sobre os salários directos e indirectos (direitos sociais e pensões). A ideia que fica é quase que há apenas uma espécie de simultaneidade, que vamos aos mercados para melhorar a situação do "país" e claro, se estamos mal vamos então melhorar mais à frente.
A banca faz um bom negócio e nós não melhoramos.E depois? A banca financia-se perto de 0% de juros e empresta a 4 ou 5? Então não pode fazer bons negócios? Qual o mal disso? A classe política é que não sabe governar e é corrupta.
Portanto, "penso eu de que", tem de ficar claro, pelas mais diversas formas e sempre que se intervenha neste âmbito, que o bom negócio da banca e da dívida só é possível com o roubo directo, através da maioria e do centrão, dos rendimentos do trabalho tendendo, idealmente, para o custo zero. É isso que concilia e consensualiza a especulação financera com o capital produtivo:"aguentem aí que quando for a hora vão ter escravos" e não têm de os alimentar como acontecia na escravatura antiga. Quando o custo do capital variável estiver ao nível decente, temos palmas e não faltam investidores nem boas notas.