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A medida de prioridade do velocípede sobre o veículo com motor, anula o princípio da segurança rodoviária porque, um ciclista numa descida atinge uma velocidade considerável, e entrar num cruzamento, o automobilista pode não conseguir visualizar o ciclista devido às reduzidas dimensões da bicicleta, especialmente as dobráveis de roda 20. Também torna-se complicado numa subida, o automobilista ter de esperar que o ciclista pedale até sair da via, especialmente em cruzamentos de várias faixas de rodagem, o que parece ser um embaraço para o trânsito... Quanto ao seguro de responsabilidade civil é inútil porque a bicicleta pouco ou nenhum estrago consegue fazer, e se estragar algum retrovisor só se fôr de algum carro estacionado em segunda fila, pois à anos que ando de bicicleta e nunca raspei carro, nem acidente tive, porque as características da bicicleta tornam quase impossível tal existir.
O seguro é coisa fraudulenta pois a bicicleta não tem matrícula, e torna-se impossível provar qual a bicicleta que causou o acidente, ou seja, duas bicicletas iguais, apresenta-se a que estiver partida para benefício criminoso, quando o estrago foi na outra (tipo uma bicicleta com o quadro partido, enquanto o estrago era apenas numa roda da outra, tipo 20 euros)...
E de noite, ou locais sem iluminação, como consegue o automobilista visualizar o ciclista?
Acho que deviam era propôr a quem propõe tais alterações, ou seja, aos elementos do governo, que deixem de consumir drogas e álcool pois o corpo deles já não aguenta mais!