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A questão dos membros mais pequenos da UE e da sua representação já se pôs no Tratado de Lisboa. O argumento foi exactamente o de se juntarem para fazer frente aos maiores. É o que vai ser necessário. O tecido económico do Sul é muito mais frágil do que o do Norte e só juntos se tem relevância, por exemplo nas importações/exportações. O nacionalismo, o orgulho solitário de cariz machista do sul, é ridículo. Heróis mortos não interessam. Para pôr a Alemanha preocupada, basta-lhe uma falha nas exportações, basta-lhe uma ameaça de as dívidas não serem pagas. O tom muda imediatamente e tornam-se cooperativos. Assim, juntem-se e apareçam.