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Pelo que leio neste texto e na intervenção da deputada, essa expressão no discurso refere-se em concreto às smartshops, no modelo totalmente liberalizado que existiu em Portugal até ao mês passado. A publicidade a estas lojas e os apelos ao consumo, inclusive através da venda a menores e dos cartões de fidelização com descontos nos preços daquelas substâncias - "quanto mais consumires, menos pagas" - que não são uma forma responsável de lidar com o consumo de estupefacientes do ponto de vista das políticas públicas de saúde. Infelizmente passou-se da liberalização desse comércio à sua proibição total, e as mesmas drogas "ex-legais" estão agora disponíveis no mercado negro, sem regulação e com lucro garantido para os traficantes.