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A Catarina referiu e muito bem "... um pouco como alguém que paga impostos e nunca recorre à Escola Pública ou ao Serviço Nacional de Saúde."

Pois bem, este é o grande "Q" da questão: como na EP e no SNS, um certo contribuinte não tem liberdade, nem direito de escolha sobre onde investir o seu dinheiro. Na verdade, em Portugal (e de certa forma transversal a quase toda a Europa) um contribuinte é um prisioneiro de um sistema que advoga os impostos com vista a diminuição da desigualdade social. Como? Porque um cidadão português que não queira a Escola Pública ou o SNS, paga a dobrar!

Um cidadão e contribuinte português , não tem efectivamente o direito de escolher uma escola diferente da Pública ou uma saúde diferente do SNS, porque mesmo que a saúde privada (através dos seguros) seja economicamente significativamente mais barata que a pública, esse cidadão de classe média ou baixa nunca poderia escolher a privada pois teria de continuar a pagar a pública.