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[continua] Para além disso, a "impossibilidade de um autor, por contrato, ser obrigado a prescindir dos seus direitos", implica a obrigação de venda e a ilegalização de todo o tipo de licenças de uso público de obras (gpl, creative commons, etc), que, por definição, permitem a um autor prescindir dos seus direitos tornando uma obra de acesso público. Em suma, não compreendo se a interpretação da Catarina Martins peca por falta de reflexão ou por um desejo desesperado, nascido da sua condição de autora, de que esta proposta de lei mal parida em cima de um joelho lhe traga os "direitos" que deseja.