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Tenho alguma dificuldade, confesso, em escolher por onde começar. Cinjo-me, por ora, aos autores que pretendem distribuir livremente as suas obras. Diz a Catarina que "Para esses esta lei não levanta problemas.". Não consigo perceber quão mais longe pode isto estar de qualquer possível interpretação da proposta de lei apresentada. Como se um autor escolher não vender o produto do seu trabalho o retirasse automaticamente da equação, da decisão de outros receberem por ele. Como se a sua decisão não devesse implicar, por defeito e em definitivo, que efectivamente a obra fosse gratuita. A cobrança coerciva de direitos (indirectamente) sobre uma obra que é distribuída gratuitamente levanta de facto problemas aos autores. [continua]