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Foi o desfecho lógico para a Ruptura/FER, que vinha ameaçando bater com a porta, mas não sabia quando. É verdade o que se plasma no comunicado. A FER até já tinha retirado o seus ativistas das concelhias. Mas o Bloco não podia explusar a Ruptura/FER. Não somos impositivos a esse ponto. A FER, entrou no Bloco, participou no Bloco, o Bloco absorveu ativistas da FER, mas a FER sempre quis realizar uma política divorciada da verdade das eleições internas. Não somos uma barriga da aluguer. Agora a FER, tem todo o ano de 2012, para colocar a sua agenda populista em prática, que no meu ponto de vista vai passar despercebida até às proximas eleições. Acrescento que a FER já tinha na manga uma manobra para se aproximar dos movimentos dos indignados, com 2 objetivos, usa-los como arma de arremesso na próxima convenção ou usa-los como base para um novo partido. Vingou a segunda hipótese. Não sei como vão lidar com o Gil Garcia e os seus tiques estalinianos.