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O Bloco precisa de intensificar o debate interno, e ao mesmo tempo avançar decisivamente, para uma maior implantação no País, deixando de contar sò com o trabalho parlamentar.

A passagem do grupo FER pelo BE, e a sua anunciada saída , deve tambem merecer uma analise profunda.

Um grupo organizado, que NUNCA se integrou no BE, que seguiu as melhores tácticas do entrismo trotsquista, pôde ao longo dos anos ter uma total liberdade de actuação, sem que alguma vez , e apesar das sucessivas ameaças de cisão, o BE tenha tomado uma posição firme para pôr cobro a uma actuação, objectivamente lesiva do projecto BE.

Há uma grande diferença entre TENDÊNCIAS ORGANIZADAS, e fraccionismo organizado.

O Bloco de Esquerda, há muito que deveria ter posto cobro á actuação fraccionista do grupo do Gil Garcia, sem que isso pusesse em causa, o debate livre das ideias, a a salutar existência de divergências.