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Continuação...
Cobrar, portanto, um consenso entre grupos tão diversos é pedir para abrir mão desse “capital”. Isso não quer dizer, todavia, que não se deva construir unidades de ação e mesmo frentes de esquerda.
Neste sentido, a constatação de que a esquerda é composta no plural, não explica a sua suposta fragilidade. Os maiores ataques vêm mesmo é de fora, da burguesia em suas mais diversas faces.
Por fim, faço um chamado a quem queira de fato se dedicar à luta na esquerda.
Organizações não faltam, sempre tem alguma por perto. Para enxergá-las devemos estar despidos do preconceito que ronda a imagem da esquerda, uma imagem construída no período da Guerra Fria, reformulada nos anos 60 na Europa e nos 80 no Brasil pela chamada “nova esquerda” que passou a rotular as organizações “tradicionais” de “dinossauros”, ou seja, ultrapassadas.
Apesar de tudo, estamos aí, não no governo, mas nas ruas e praças, do Egito ao Chile.
Saudações revolucionárias.