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Pois não vamos a parte alguma, Vitor Dias. E não íamos na mesma caso essa votação, no número e na percentagem, fosse igual a 2006. Nas eleições há perder e ganhar, quis o destino, o erro de uns e a persistência no erro de outros que desta vez ainda fosse pior. Rapar da calculadora e fazer umas contas acrobáticas, por legítimas que sejam, não escondem o fundamental (a não ser que, não dispiciendo, o fundamental nesta hora seja mesmo esconder o fundamental...). Uma candidatura numa personalidade ligada ao partido do governo e que assim sublinhadamente se assumiu durante a campanha eleitoral (BE), e outra que se apresentou não com o objectivo da disputa da vitória mas para perder por poucos, retraída, limitada e sem ambição de alargar o campo eleitoral (PCP), foram as desgraças destas eleições.