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Carlos Patrão, o seu discurso é que é de extrema-esquerda, ou extrema-direita, é indiferente porque se tocam. E tocam-se no ponto em que deixam de debater com argumentos lúcidos e racionais para passarem a atacar cegamente quem pensa de forma diferente.

Não foi por falta de público ou por não serem tradições enraizadas que os autos de fé terminaram. Terminaram porque a sociedade entendeu que banalizavam a violência, que dessensibilizavam para o sofrimento dos outros. É a mesma razão que norteia os que clamam pelo fim de um espetáculo que glorifica o martírio de animais. Na Idade Média não havia festa de aldeia ou de bairro que não sacrificasse gatos das mais diversas formas; hoje isso não é permitido e a ninguém choca essa proibição.