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Apresentei no texto vários argumentos contra a praxe. Não respondeu a nenhum. Nada a que não esteja habituado nestes debates.
Nunca cairia no erro de dizer que os episódios de violência ocorrem em todas as praxes. Mas defendo que as praxes são escolas de submissão, onde se transmitem valores profundamente reaccionários. Defendo também que num ambiente altamente hierarquizado como a praxe casos de violência são inevitáveis. Ora, não vejo nenhum motivo para a existência de hierarquias entre estudantes que, por definição, são iguais. E não sei porque carga de água se há de permitir que um tipo qualquer, porque anda na faculdade há 20 anos, se possa auto-nomear o chefe dos estudantes e fazer o que lhe der na cabeça com os estudantes do 1º ano. Pode explicar-me isto?
Não percebo a relevância da questão de onde estudei. Quando falo ou escrevo sobre praxe, refiro-me à praxe, não simplesmente à praxe da faculdade X ou Y.