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A defesa da praxe consiste principalmente no "assobiar ao lado". Não há processo de raciocínio lógico ou moderno na defesa. "Gostou-se" logo quer se "repetir". Qualquer tentativa de estudar sociologicamente o conteúdo é considerado excessivamente "sério e intelectual", qualquer tentativa de estudar sociologicamente o fenómeno é justificado por muito sérios ritualismos. A recompensa através da integração é suficiente. É como receber a doença e a cura das mesmas mãos. Agradecemos o alívio da cura, já não questionamos porque nos foi incubado a doença.
Por outro lado demonstra a nossa dificuldade em socializar e que é o fruto da bagagem de complexos que todos carregamos no secundário. Como se a amizade só pudesse acontecer por imposição institucional. A hierarquia e sadismo são apenas a cereja no topo do bolo.
Gosto da praxe pelo desafio que apresenta para todos aqueles que resistem. Ter o mundo a cair-nos em cima e porém resistir por convicção é certamente formador para o futuro.