You are here

Trump acusa porto-riquenhos de não quererem "trabalhar" para sair da crise

Dez dias depois do furacão devastar Porto Rico, que faz parte do território dos Estados Unidos da América, quase metade dos 3,4 milhões de habitantes continuam sem acesso a água potável, e 95% da população permanece sem acesso a eletricidade. 

Donald Trump acusou os porto-riquenhos de falhar e não trabalharem o suficiente para sair da crise humanitária criada pelo furacão Maria. 

Dez dias depois do furacão devastar a ilha, que faz parte do território dos Estados Unidos da América, quase metade dos 3,4 milhões de habitantes continuam sem acesso a água potável, e 95% da população permanece sem acesso a eletricidade. 

Este sábado, Trump recorreu ao Twitter para acusar Carmen Yulin, mayor da cidade de San Juan, de «liderança fraca», e de ser incapaz de «conseguir que os seus trabalhadores ajudem». Para Trump, os porto-riquenhos «querem que tudo seja feito por eles quando deveria ser um esforço comunitário». 

O furacão Maria foi a tempestade mais forte a atingir a ilha nos últimos 90 anos. Destruiu de forma extensa a rede de estradas, tornando impossível a distribuição de água, mantimentos ou combustível pela ilha. 16 pessoas morreram até ao momento. 

Para o governador de Porto Rico, Ricardo Rossello, «se o Congresso [EUA] não tomar medidas significativas, então estaremos perante uma crise humanitária. 

A indústria das companhias de seguros começaram já a avaliar os custos dos estragos provocados pelo furacão, estimando cerca de 85 mil milhões de dólares serão necessários para a reconstrução. 

Apesar dos esforços de várias organizações reunirem donativos do público, os esforços de solidariedade nunca serão suficientes para fazer face aos estragos a todas as infraestruturas da ilha. 

Termos relacionados Internacional
(...)