Na sequência de anos de protestos e greves dos trabalhadores, o grupo Trivalor e as suas empresas Gertal e Itau passaram a cumprir as normas da contratação coletiva e a pagar o trabalho em dia feriado com um acréscimo de 200%.
A administração do grupo deixou de pagar o trabalho em dia feriado de acordo com a contratação coletiva na sequência da Lei 23/2012 do governo PSD/CDS. Mas quando essa lei deixou de vigorar em 2015, a empresa continuou a não pagar o acréscimo. Ou seja, para um salário de 600 euros, em lugar de pagarem 55,40 euros, pagavam apenas 27,70 euros, refere a CGTP em comunicado.
“Durante seis anos e meio, os trabalhadores, apoiados pelo sindicato, realizaram greves ao trabalho em dia feriado nos diversos hospitais da região Norte, mas também noutras empresas como a RTP Porto e Petrogal”, onde o grupo explora cantinas, refeitórios e bares.