Os protestos que ocorreram ao longo do ano têm assim continuidade neste protesto convocado pelo Sindicado da Indústria e Comércio Petrolífero (SICOP) e pela Federação Intersindical das Indústrias Metalúrgicas, Químicas, Elétricas, Farmacêutica, Celulose, Papel, Gráfica, Imprensa, Energia e Minas (Fiequimetal/CGTP-IN).
Através de um comunicado, a Fiequimetal afirmou que a administração, agora liderada por Paula Amorim, “continua a não apresentar propostas que permitam alcançar um acordo duradouro, com manutenção de direitos e melhoria das condições de vida e de trabalho de todos os trabalhadores”.
A Petrogal/Galp atinge lucros astronómicos, tendo chegado aos 602 milhões de euros em 2017, mas continua a afirmar ter dificuldades económicas para justificar o pedido de caducidade dos contratos coletivos.
Assim, os trabalhadores juntaram-se numa greve, tendo os objetivos de parar a tentativa da empresa de terminar a contratação coletiva, aumentar os salários, rejeitar a eliminação de direitos dos trabalhadores por turnos. Para mais, querem o fim da desregulação e do aumento dos horários.