Segundo o Sinapsa (Sindicato Nacional dos Profisionais de Seguros e Afins), o “despedimento coletivo encapotado” é inaceitável e visa prosseguir a “política de deslocalização”, que a Ageas Seguros vem aplicando para libertar-se de responsabilidades para com os trabalhadores e fomentar baixos salários e mais precariedade.
O SINAPSA salienta que não faz sentido um despedimento coletivo, quando a Ageas Seguros teve resultados líquidos (lucros) de 105,1 milhões de euros em 2018 e 99 milhões de euros em 2017.
Segundo a CGTP, a concentração decorrerá entre as 9h e as 11h à entrada do Edifício Sede da empresa na Rua Gonçalo Sampaio, no Porto e contará com a participação do secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos.