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Tondela: Bloco questiona Câmara

Bloco de Esquerda do distrito de Viseu vai questionar a Câmara Municipal de Tondela sobre o funcionamento da ETAR da Mata e da Estação Elevatória de Molelos.
A distrital bloquista de Viseu vai questionar a Câmara Municipal de Tondela sobre o funcionamento da ETAR da Mata e da Estação Elevatória de Molelos
A distrital bloquista de Viseu vai questionar a Câmara Municipal de Tondela sobre o funcionamento da ETAR da Mata e da Estação Elevatória de Molelos

Em comunicado, o Bloco de Esquerda do distrito de Viseu anuncia que recebeu a resposta do ministério do Ambiente às questões que o grupo parlamentar bloquista tinha levantado ao ministério sobre a degradação da qualidade da água do Rio Criz e do deficente funcionamento da ETAR da Mata e da Estação Elevatória de Molelos.

O documento aponta que, “devido à ação cidadã e à denuncia do Bloco de Esquerda”, houve uma visita técnica da APA/ARH (Associação Portuguesa do Ambiente) que confirmou que a referida estação elevatória não estava a funcionar (“correndo o efluente pelas imediações da estrutura para as linhas de água existente”) e a ETAR tem deficiente funcionamento, ou mesmo ausência dele. A APA levantou auto de notícia e o executivo municipal “comprometeu-se a limpar toda a envolvência da estação elevatória de Molelos e dotá-la de todos os equipamentos necessários ao correto funcionamento bem como a a substituir todos os elementos corroídos da ETAR da Mata por elementos novos e compatíveis”.

A distrital bloquista anuncia que vai questionar a Câmara de Tondela sobre as medidas que vai aplicar e quando, defendendo ainda que “seja criado um Plano de Manutenção Regular e Preventiva para todas as infraestruturas da rede de saneamento”, para evitar que situações idênticas se repitam”.

A distrital de Viseu do Bloco de Esquerda sublinha ainda que a repetição destas situações tem “graves danos para a qualidade da água e para o meio ambiente em geral, bem como para o erário público que tem em mãos um grande investimento para responder ao estado terminal a que chegaram as infraestruturas, com apenas cerca de 10 anos, por falta de manutenção”.

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