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PSD dá o dito por não dito no espaço de horas

Vice-presidente do grupo do Grupo Parlamentar defende que Portugal deveria ter programa cautelar e horas mais tarde muda as declarações e diz que ainda é cedo para falar nisso.
Frasquilho foi rápido a desmentir-se. Foto do PSD

O vice-presidente do grupo do Grupo Parlamentar do PSD Miguel Frasquilho defendeu esta quarta-feira na reunião com representantes da troika que Portugal deveria ter um programa cautelar, terminado o chamado programa de assistência. Mas poucas horas depois mudou as declarações.

"O que transmitimos à troika é que, caso as condições sejam favoráveis, um programa cautelar nos pareceria mais prudente tendo em conta, por exemplo, que os juros da dívida pública portuguesa a dez anos se encontram ainda nesta altura acima do que a Irlanda registava quando saiu do programa", disse aos jornalistas no Parlamento, depois de uma hora e meia de reunião com a troika.

Afinal, ainda é cedo

Horas depois, o mesmo Miguel Frasquilho veio corrigir-se, dizendo que ainda é cedo para falar em programa cautelar. "Iremos ter uma saída favorável. Com ou sem programa cautelar é prematuro para saber. Não há nenhuma posição fechada sobre esta matéria", disse.

Antes, sublinhara que, em Portugal, "o ajustamento, depois de 17 de maio, terá de continuar durante algum tempo".   

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