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Professores dizem que “ficou tudo por cumprir” nos compromissos do governo

Com gorros de Pai Natal, sinos e caixas vazias a simbolizar as promessas não cumpridas, a Fenprof manifestou-se à porta do Conselho de Ministros.
Professores dirigiram-se esta quinta-feira à sede do Conselho de Ministros para lembrar as promessas do governo que ficaram por cumprir em 2018. Foto publicada na página da Fenprof no Facebook.

“As medidas positivas que este Governo tomou relativamente à educação e à escola pública foram zero”, acusou o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, citado pela agência Lusa.

Entre as promessas recordadas pelos professores nas caixas de cartão vazias que deixaram à porta do Conselho de Ministros, podia ler-se:  “Contagem integral do tempo de serviço”, “condições de trabalho adequadas”, “aposentação aos 36 anos de serviço” ou “a cada necessidade permanente, um vínculo estável”.

A recuperação do tempo de carreira congelado nos últimos anos continua no topo das prioridades da Fenprof. E Mário Nogueira não aceita que o governo dê por terminadas as negociações com os professores. “No dia 3 de janeiro, estaremos aqui à porta prontos para voltar a negociar o tempo de serviço”, anunciou o líder da Fenprof.

 

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